Cerca de 20 tendas estão montadas no átrio principal do Politécnico de Tomar. Alunos protestam contra a falta de infra-estruturas e materiais
Os alunos do curso de fotografia do Instituto Politécnico de Tomar estão, desde a manhã desta segunda-feira, em protesto contra aquilo que consideram ser a “inexistência de infra-estruturas e materiais para o funcionamento mínimo do curso”. No átrio principal da escola estão montadas mais de duas dezenas de tendas, onde os alunos pretendem pernoitar “até serem dadas garantias no sentido de que o início do segundo semestre arranca com as condições mínimas”, explicou a 'O Templário' o porta-voz Orlando Tinoco, aluno do 2.º ano daquele curso. Os alunos estão a preparar um abaixo-assinado, que ao início da tarde contava com cerca de 70 assinaturas, e pretendem que a direcção do IPT pressione o Ministério de Educação no sentido de garantir verbas-extra para o “único curso superior público de fotografia do país”.
(Sociedade) Mercado provisório custa mais de 200 mil euros Se somarmos o valor da tenda gigante que a Câmara de Tomar comprou, ao investimento que vai ter de fazer em frigoríficos, bancas, esgotos, etc, e ainda à segurança 24 horas por dia e ao aluguer dos sanitários amovíveis, a despesa com o mercado provisório pode chegar aos 300 mil euros