Naquela sessão quatro dezenas de credores, entre os quais os trabalhadores, votaram favoravelmente o plano de recuperação apresentado pelo administrador de insolvência.
Três credores votaram contra o plano de viabilização da empresa Aquino Construções, com sede em Ourém, na assembleia de credores que decorreu no tribunal no dia 31 de Janeiro. Entre esses credores estão o BPN e o Banco Popular. Mais de três dezenas de credores pediram para apresentarem o voto por escrito no prazo de 10 dias. Só depois disso se saberá se a empresa é viabilizada ou se tem de encerrar de vez e o património ser vendido em leilão para pagamento das dívidas.
Todos os pormenores nesta edição do jornal "O Templário"