Os alunos do curso de fotografia do Instituto Politécnico de Tomar iniciaram, na segunda-feira, dia 14, cinco dias protesto contra aquilo que consideram ser a “inexistência de infra-estruturas e materiais para o funcionamento mínimo do curso”
No átrio principal da escola estão montadas mais de duas dezenas de tendas, onde os alunos têm pernoitado e prometem continuar até sexta-feira se não forem dadas “garantias de que o início do segundo semestre arranca com condições mínimas” para o funcionamento de aulas daquele curso. Nos pilares do átrio e por quem ali passa são distribuídas folhas A4 com as razões do protesto: “11 alunos, 1 sala, 2 computadores”, “17 alunos, 1 sala, 4 cadeiras”, “1 sala, 2 disciplinas, 2 turmas em simultâneo”, “62 alunos, 8 flashes, 1 em funcionamento”, “1 scanner avariado, 1 para arranjar, 1 cadeira pendente”, “20 alunos, 19 computadores, 0 adequados”, “0 caixas de papel, 0 rolos, 0 kits de química”.
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