O coordenador da equipa de apoio às escolas do Médio Tejo, Paulo Arsénio, está a tentar recuperar a memória perdida na sequência de um brutal acidente em Fevereiro. Depois de quase um mês em coma acordou com vários anos da sua vida apagados da memória.
“Não me lembro” é a frase que Paulo Arsénio mais repete nos últimos tempos. Do violento acidente que sofreu em Fevereiro último ainda são visíveis sequelas, não fisicamente, mas na sua memória. O traumatismo craniano que sofreu apagou-lhe vários anos de memória como se tivesse feito “delete” em várias pastas do “computador” que é o seu cérebro. “Não me lembro de nada, só sei por aquilo que me contam”, revela...
Recomeçar a vida
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